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Academicsupervision

Na série "Comentários" integrantes do OIMC publicam textos curtos (3 páginas em média) em formato livre e de opinião sobre temas da conjuntura climática nacional e internacional.

Orientações
PhD
Mudanças Climáticas e fronteira agropecuária na Pan-Amazônia: atores, interesses e estratégias contrárias à redução do desmatamento

O projeto objetiva analisar como estratégias de atores interessados no avanço da fronteira agropecuária na Amazônia fazem frente a políticas ambientais e climáticas de redução do desmatamento no país. A hipótese principal da pesquisa é de que tais atores, embora por vezes adotem estratégias discursivas de adesão à agenda climática, praticam obstrução e protelação de políticas ambientais e climáticas de redução do desmatamento por meio de ações coordenadas com agentes políticos, empresariais, acadêmicos, midiáticos e da sociedade civil, em níveis municipal, estadual, nacional e transnacional.

Undergratuate
As negociações internacionais do Artigo 6 do Acordo de Paris: a política externa brasileira
O Acordo de Paris, de 2015, é o mais recente grande tratado fruto das COPs promovidas dentro do âmbito da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima. Diferenciando-se dos acordos anteriores, Paris estabeleceu que cada país deve definir suas próprias metas de redução de emissões e submetê-las à comunidade internacional, por meio das suas Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs, da sigla em inglês). Um dos sistemas previstos para cumpri-las, no Artigo 6 do Acordo, é a compra e venda de créditos de carbono, com o estabelecimento de mercados de carbono, que se tornaram objeto de negociações nas conferências subsequentes. A partir desse contexto, a pesquisa se propõe analisar o posicionamento brasileiro nas negociações, diante dos múltiplos atores e interesses envolvidos, e as repercussões internas desse tema no país, como o projeto de um mercado de carbono nacional.
Masters
O Regime Internacional das Mudanças Climáticas e os tensionamentos entre o Norte e o Sul Geopolítico

Tendo em consideração o contexto do regime internacional das mudanças climáticas e as disputas políticas e econômicas existentes entre os países do Norte e do Sul Geopolíticos, a presente pesquisa tem como objetivo analisar as dinâmicas nos processos de tomada de decisão a partir desses tensionamentos, verificando o compromisso dos países a partir da ótica dos princípios das “responsabilidades comuns, porém diferenciadas” e do poluidor pagador. A intenção é verificar também como os países assumem responsabilidades dentro do regime e se houve um grau maior de comprometimento a partir do Acordo de Paris.

PhD
Mudanças climáticas e fronteira agropecuária na Amazônia: atores, interesses e estratégias contrárias à redução do desmatamento no Brasil

Este projeto de pesquisa objetiva analisar como estratégias de atores interessados no avanço da fronteira agropecuária na Amazônia fazem frente a políticas ambientais e climáticas de redução do desmatamento no país. A hipótese principal da pesquisa é de que esses atores, embora por vezes adotem estratégias discursivas de adesão à agenda climática, praticam obstrução e protelação de políticas ambientais e climáticas de redução do desmatamento por meio de ações coordenadas com agentes políticos, empresariais, acadêmicos, midiáticos e da sociedade civil, em níveis municipal, estadual, nacional e transnacional.

Undergratuate
Mudanças climáticas, Convenção de Ramsar e políticas públicas no Brasil

O trabalho se propõe a analisar os efeitos da Convenção de Ramsar sobre os sítios de conservação brasileiros incluídos dentro do acordo, sua administração e proteção, bem como a atuação dos diferentes atores nos mais diferentes níveis, policy-makers, ONGs, mundo empresarial e sociedade civil. Busca-se atentar também para importantes ações de proteção e preservação ambiental, legislações e ações de educação ambiental para a sociedade sob influência da Convenção.

Undergratuate
Negacionismo e obstrução climática no Brasil: atores, estratégias e objetivos

O trabalho pretende realizar um mapeamento de redes, organizações e lideranças que negam ou obstaculizam a agenda pró-clima no Brasil. Além disso, busca entender como esses agentes se organizam, se estabelecem conexões internacionais, quais argumentos e narrativas mobilizam e quais estratégias acionam. Dessa forma, deseja-se confirmar a hipótese de que o negacionismo e a obstrução climática no Brasil se intensificaram desde o início da presidência de Jair Bolsonaro (2019), integrando um conjunto de políticas antidemocráticas desse governo, bem como se relacionando com o movimento de ascensão da extrema-direita ao redor do mundo.